Que tal uma vacina? Não, obrigado.

Estamos em plena vacinação contra a gripe A(H1N1) — mais conhecida como gripe suína. E eu que não vou bancar a vaca de presépio (desculpem pelo trocadilho infeliz).

Já que não sou obrigado a me vacinar — diferentemente do que acontece quando o assunto é votar — eu é que não vou me arriscar. E, é claro, há um sabor de desobediência civil nessa recusa — um doce sabor.

Prefiro correr o risco de pegar a tal gripe. Se no fim eu morrer, pelo menos morro pelos meus próprios méritos (ou deméritos) — sem nenhuma “ajuda” da tecnomedicina.

Desconfiado, eu? Não. Eu diria, precavido. Isso, precavido. De fato, precaução é o que parece não haver por parte dos governos que estão vacinando suas populações em massa. Precaução é o que parece abundar na indústria farmacêutica, que já induziu à assinatura de acordos em que elas não se responsabilizam por eventuais efeitos adversos provocados por essa vacina — insuficientemente testada, diga-se de passagem.

Não estou falando para que vc deixe de tomar a vacina. Tomar ou não tomar é uma decisão pessoal. Agora, seria bom pensar um pouco antes de tomá-la. Abaixo, alguns vídeos interessantes que eu achei no Youtube.

A população francesa, assim como eu, está precavida

Opinião da monja beneditina e médica Teresa Forcades i Vila

Jovem morre após tomar a vacina da gripe H1N1. Coincidência?

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s